Etiquetas

terça-feira, 25 de agosto de 2015

OVELHINHA, ALDEIA DE PORTUGAL

 Deixamos Vilela e partimos em direção à Ovelhinha.


 Casas em pedra granítica e alguns solares, a Casa do Ribeiro ou a Casa de Ovelhinha, datada do século XVII.
CAPELA DE NOSSA SENHORA DO CARMO




 Durante as Invasões Francesas, quando as tropas gaulesas batiam em retirada de Amarante, incendiara Ovelhinhas, que ainda hoje conserva as ruínas de algumas casas então destruídas pelo fogo.

  
Terra de moinhos, aí nasceu o pão de quatro cantos também conhecido por Pão de Padronelo. Algumas padarias da região ainda o produzem nos moldes antigos, em forno de barro, aquecido a lenha, por isso não deixe de o provar. 

 CASAS DO LUGAR DE OVELHINHA



CAPELA DE SANTO AMARO
A Capela de Santo Amaro é local de romaria por altura das festas em honra do santo com o mesmo nome.
Apesar de o dia de S. Amaro aparecer assinalado no calendário a 15 de janeiro, a sua celebração é feita, anualmente, em dia de Domingo Gordo, o domingo que antecede a terça-feira de Carnaval e, onde, antigamente, ninguém queria faltar para “jogar os poses uns aos outros”.

“Icnograficamente S. Amaro aparece vestido de frade beneditino e tem como atributo uma longa cruz na sua mão esquerda. Segundo rega a história da freguesia, esta capela, que data dos finais do século XVII, inícios século XVIII, terá sido usada em outros tempos, antes da construção da Igreja Matriz, para o culto paroquial, já que, a Igreja de então, no Mosteiro, ficava no lado extremo da freguesia. Anualmente é prestado o culto ao Santo no domingo que antecede o Carnaval – domingo Gordo. Foi o Papa Gregório Magno que exaltou o percurso de Amaro, que prestou os seus serviços a S. Bento, na oração profunda”. (Luís Coutinho Amaral)

 ESCOLA DE OVELHINHA N.º 1, ONDE ESTUDARAM VÁRIAS GERAÇÕES DE GONDARENSES
FONTANÁRIO

 LARGO DE SANTO AMARO

 SOBREIROS COM DEZENAS DE ANOS
 Já imaginou como seria antigamente descer as Barrocas com um caminho em terra batida e sem luz?



Sem comentários:

Enviar um comentário