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quarta-feira, 11 de setembro de 2013

SEGURANÇA E JUSTIÇA, POR PEDRO BARROS

Pedro Barros, Candidato independente à CMA


A Guarda Nacional Republicana aguarda por novas instalações há cerca de 18 anos:
A construção do Quartel da GNR é já uma “novela” com muitos anos, muitos actos e que deixará corados de vergonha muitos dos protagonistas autárquicos dos últimos anos. Não vou fazer a cronologia dos factos mas é claro que é necessário encontrar uma nova localização para a GNR. A missão da GNR é hoje diferente do que era há alguns anos atrás. A cidade também está diferente. As opções estratégicas de futuro tardam em definir-se. Iremos retomar este processo no primeiro mês de mandato e até final do primeiro semestre de 2014 apresentaremos uma proposta de solução para debate público. Sim, connosco, as grandes decisões da cidade e do concelho serão sempre sujeitas a debate público.

Este ano um outro jovem perdeu a vida numa das praias fluviais de Amarante. Alargamento da vigilância no Rio Tâmega:
Temos todos que lamentar quando se perde uma vida. Mais ainda quando se trata de um jovem. Por isso, numa atitude de cidadania, temos que envolver todas as instituições para melhorar as condições de segurança da usufruição do nosso rio sem esquecer a educação cívica dos nossos jovens.

O novo mapa judicial veio retirar algumas valências ao recente reformulado Tribunal de Amarante, deslocalizadas para Penafiel e Paredes:
As sucessivas reformas do mapa judiciário têm vindo a retirar importância ao Tribunal de Amarante numa demonstração de incapacidade de afirmação política dos responsáveis do nosso concelho perante o poder de Lisboa e dos diretórios partidários. E quando se perde importância regional, perde-se para outro ou outros municípios. No deve/haver quem tem perdido sempre? Amarante. Apetece perguntar, neste como noutros dossiês, que mais nos irá acontecer?

Com a fusão de freguesias, o que vê de bom e mau nesse processo? Considera que o mesmo será irreversível no panorama político atual?
Entendo que, além da morte, nada é irreversível e/ou definitivo, ou irrevogável, como se diz agora. Esta é mais uma péssima reforma feita por péssimos políticos que não tiveram o mínimo respeito pelas populações. Nenhuma reforma pode ter sucesso se não for devidamente explicada nos seus objetivos. Ficou a ideia que se queria mexer nos concelhos, também nas freguesias, em nome não se sabe muito bem de quê. Falou-se em redução de custos, em despesismo e noutras falácias. No final, fizeram os políticos de Lisboa uma fuga para a frente. No que seriam secundados pelos políticos locais numa nova fuga para a frente. Por mero tacticismo político-partidário não foram capazes de reconhecer o erro e a impreparação da reforma e avançaram contra os mais fracos, as freguesias. Estabeleceram uns critérios que foram sendo alterados e passaram a batata quente para os autarcas. Estes não quiseram decidir e deram o flanco para que fosse uma comissão em Lisboa a decidir por nós. É impensável admitir que outros decidiram por nós porque os nossos representantes olharam mais para os seus interesses partidárias e dos seus diretórios que para os interesses das populações. E deu asneira. Espero que os eleitores de Amarante saibam valorizar, premiando ou reprovando através do voto, a atuação dos responsáveis políticos que permitiram o que se passou em várias freguesias de Amarante com agregações contranatura. Sendo eleito Presidente da Câmara de Amarante, empenhar-me-ei desde o primeiro dia na luta pela alteração desta lei que não respeita as freguesias e os amarantinos.

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