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segunda-feira, 9 de setembro de 2013

LURDES RIBEIRO - O PERFIL DA CANDIDATA À CÂMARA MUNICIPAL DE AMARANTE

Lurdes Ribeiro, PCP  - Amarante
Maria de Lurdes Monteiro Ribeiro
10 de fevereiro de 1968

Naturalidade: Jazente – Amarante
Estado Civil: Divorciada
Tem um filho, chama-se José Luís, com 12 anos

Freguesia atual de residência: Jazente

12º ano de escolaridade

Auxiliar de Ação Educativa na Escola Secundária de Amarante;
Dirigente Sindical do Sindicato de Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Norte

A(s) pessoa(s) que mais a marcaram: 
O meu avô e Álvaro Cunhal, o primeiro porque me transmitiu valores e princípios muito importantes, como a humildade, honestidade, solidariedade e amizade, o segundo porque foi uma figura impar tanto politicamente como artisticamente, sendo um homem que sempre lutou por uma sociedade mais justa e com o qual ainda tive o prazer de estar.

A música que já mais esquecerá:
Porto Covo de Rui Veloso

A viagem de sonhos:
 Uma volta ao mundo, porque gostava de conhecer vários países.

O livro, cuja leitura aconselharia a um (a) amigo (a)? 
Tenho dificuldade de escolher só um, mas talvez “Os Esteiros” de Soeiro Pereira Gomes. Porque é uma história baseada em factos reais, li-o enquanto adolescente e ajudou-me a perceber o quanto é má uma sociedade em que o homem é explorado pelo homem. Acredito que quem o venha a ler goste bastante. 

Se tivesse oportunidade de escrever a sua autobiografia até ao momento, qual seria o título da mesma? 
A Resistente”.

Montanha ou praia para passear? 
Praia e montanha, porque gosto muito de passar um fim de semana no Gerês, em Montemuro, na Serra da Estrela e em tantos lugares do interior do nosso país mas no verão uns dias numa das praias da nossa costa considero imprescindível.

Se tivesse o dom de num simples estalar de dedos mudar algo na cidade de Amarante, o que faria no imediato? 
Todos os amarantinos ficariam com um emprego.

Com que idade se incute em si o gosto pela política? 
Aos 19 anos. Estudava no secundário, era Delegada de Turma e membro da Associação de Estudantes e um amigo convidou-me para aderir ao Partido Comunista Português, aceitei e fiz-me militante porque me parecia que era o partido com quem mais me identificava, hoje continuo militante do PCP  com responsabilidades a nível concelhio, distrital e nacional e cada vez mais convicta que em 1987 fiz a opção correta, nós comunistas estamos na politica , não para nos servir mas sim para servir.

Quando ouve: «os políticos prometem prometem e não fazem nada», apraz-lhe dizer: 
Gostaria que os eleitores dessem o seu voto aos que nunca tiveram a oportunidade de estar no poder, porque já se percebeu há muito tempo, que temos tido promessas completamente distinta dos atos.

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