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terça-feira, 17 de setembro de 2013

APOIO ÀS EMPRESAS, POR PEDRO BARROS

PEDRO BARROS, CANDIDATO INDEPENDENTE À CMA

O impasse no «Túnel do Marão»:
 Amarante viveu muito dependente, excessivamente dependente, nos últimos anos do sector da construção civil com as consequências que temos pela frente. Quanto à obra, considero-a faraónica, excessiva, despesista, tecnicamente mal estruturada em termos de projeto. Todos nos recordamos da opção final pelo seu traçado. Amargaremos muitos anos este desvario. Os responsáveis, esses parece que não.

A captação de investimentos chineses para Amarante:
 Não sei quem defende protocolos entre Amarante a países como a China com vista à captação de investimentos. Nós defendemos que Amarante deve ir à procura de investimento onde ele existir, no Porto, em Lisboa, na China, nos EUA, em França, no Brasil ou na Venezuela. Não é isso que tenta fazer o país através da AICEP e da chamada diplomacia económica? Lojas chinesas? É demagogia atroz, característica da “velha política”, como misturar a beira da estrada com a Estrada da Beira.

ENERCOM, INTERMACHÉ, alguns exemplos de empresas que queriam criar raízes na cidade de Amarante:
Com todo o respeito, por muito que gostasse que esses investimentos pudessem ter sido fixados em Amarante, e gostaria, dificilmente acreditaria que a versão relatada dos factos corresponda à realidade. Por outro lado, estamos a falar de situações com mais de 20 anos. Temos que olhar para a frente.

«Fábricas Tabopan»
A questão encerra várias questões, a do herdeiro e das fábricas. Fenómenos com este verificaram-se em dezenas ou centenas de situação por todo o país, após o 25 de Abril e as alterações registadas na nossa economia, seja no têxtil, na metalomecânica, na transformação de produtos agrícolas, nos estaleiros navais, etc. A empresa que adquiriu o património fez um projeto de ordenamento e alguns daqueles espaços estão hoje aproveitados e produtivos.

A não aplicação da taxa de derrama sobre os lucros das empresas em sede de IRC:

Só criar as condições não é suficiente. É preciso ir à procura dos investimentos e fixá-los cá através da valorização do território e do marketing territorial. Hoje, os países, as regiões e os municípios apostam na diplomacia económica, nas relações e nas parcerias. Temos que trabalhar.

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