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sábado, 25 de maio de 2013

MANIFESTANTES GRITAM «PALHAÇO» EM BELÉM



Milhares de manifestantes estavam às 17:00 concentrados junto ao palco montado pela CGTP em frente ao Mosteiro dos Jerónimos, em Belém, gritando palavras de ordem contra o Governo e o Presidente da República (PR).


Os manifestantes ocupavam todo o largo em frente aos Jerónimos, preenchendo a rua em frente ao mosteiro e prolongando-se até ao jardim da Praça do Império.

Muitos manifestantes empunhavam bandeiras da central sindical CGTP e de outros sindicatos da função pública.

Cerca das 16:00 estavam já milhares de pessoas em Belém, a gritar palavras de ordem como «Governo para a rua» e «Palhaços».

Nas palavras de ordem e nos cartazes, os manifestantes estão centrados não só nas críticas ao Governo, como também à atuação do PR.

Entre as palavras de ordem estão «Cavaco, função do Presidente é demitir aquela gente» e veem-se cartazes nos quais está escrito «Palhaço Cavaco», com uma imagem do PR com um nariz vermelho, ou uma foto do PR com a legenda «Leilão de imóveis».

«Cavaco! O teu Governo já não representa a maioria que o elegeu - Eleições já», «Cavaco para a rua» e «Governo rua», são outras das legendas dos cartazes.

Além dos muitos cartazes de Cavaco Silva com montagens do presidente vestido de palhaço e alguns manifestantes que se fazem acompanhar de narizes vermelhos, são visíveis ainda criticas ao Governo como «PSD e CDS nunca mais» e «Bandidos, demissão».

Enquanto a sindicalista Ana Avoila discursava, vários manifestantes insurgiram-se contra o PR, usando expressões como «palhaço» e criticando os gastos do Presidente.

O acesso à frente do palácio de Belém estava limitado por baias colocadas pela polícia, que obrigavam os manifestantes a circundar o jardim frontal à presidência, de forma a poderem chegar à frente do palco instalada junto aos mosteiro dos Jerónimos, onde discursam os sindicalistas.

A manifestação da CGTP em Belém foi precedida de quatro pré-concentrações (na Junqueira, no Restelo, em Pedrouços) distritais e setoriais.

Os trabalhadores da função pública, que já têm uma greve prevista para junho, saíram do Restelo.

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