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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

REPORTAGEM JA 31-01-2013. ENTREVISTA AO PADRE AMARO GONÇALO



-“É uma tristeza ouvir um padre debitar palavras, que ele próprio não digere..”

- “Quando cheguei, em 1992, o número de colaboradores pastorais não chegava a uma dezena e a paróquia estava num estado de anemia espiritual”

- Se há dívida, é a de Amarante em relação ao esforço que fiz e ao legado que lhes deixei”

- “É uma discordância [em relação ao bispo], quanto à sua forma de pensar o lugar do Padre no Colégio de S. Gonçalo e o papel pastoral da Escola Católica, na Diocese”

-“O celibato é, no mundo, um sinal de contradição, como aliás, o é o próprio ministério sacerdotal”

-A posição da Igreja face à atual conjuntura económica que o país atravessa

-"Não me envergonho do que penso e proponho. Não tenho medo de me expor à crítica"

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