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segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Repórter TVI: crianças adoptadas em «Meninos do Mundo»


Pela primeira vez, uma equipa da TVI dá-lhe a conhecer as crianças portuguesas que foram adoptadas por estrangeiros. Todos os anos são adoptadas internacionalmente mais de 40 mil crianças, em todo o mundo.
Portugal vai lá fora buscar os seus filhos mas deixa que crianças libertas para adopção sejam adoptadas por estrangeiros. Só na Suíça vivem mais de 70 crianças portuguesas que foram adoptadas por cidadãos suíços porque em P
ortugal ninguém as quis adoptar.

Quem são as nossas crianças adoptadas por estrangeiros? Qual a sua história? Porque não encontram famílias que as adoptem em Portugal? Porque é que cada vez mais casais portugueses vão ao estrangeiro adoptar os seus filhos? Como se podem ler as incongruências dos números da adopção?
As fronteiras e as pontes da adopção internacional na grande reportagem «Meninos do Mundo» da jornalista Alexandra Borges, com imagem de Ricardo Ferreira, montagem de Miguel Freitas. Será emitida Segunda-Feira, dia 4 de Janeiro de 2010, a seguir ao Jornal Nacional no Repórter TVI.

2 comentários:

  1. Olá,Ricardo, tudo bem?
    Não vi a reportagem.:(
    No entanto, o que me é dado saber por vários artigos lidos, é que as crianças portuguesas adoptadas por estrangeiros são,na sua mairia:
    - crianças negras ou mulatas;
    - crianças com alguma deficiência ou doença crónica;
    - crianças com idades superiores às consideradas adoptáveis;
    - crianças com + irmãos.
    Fica bem.

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  2. Sim obrigado.
    De facto, o esteriótipo menino loiro, olhos azuis, com menos de 2 anos ainda é muito pretendido sobretudo pelos portugueses.
    O que está a acontecer e que é preocupante é que os portugueses gostam de «escolher a dedo», ao contrário dos emigrantes que como alguns afirmaram nem sequer quiseram ver as crianças, pelo seu físico ou deficiências. Há depois o caso dos portugueses que vão a África buscar crianças, mesmo em casos de monoparentalidade. Mas aí claro, há demasiados riscos...
    Aquilo que posso afirmar com convicção, é que as crianças, independetemente, da cor ou raça continuam a ser crianças, em qualquer parte do mundo...

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