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quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Crise: lojas chinesas também já fazem saldos! A crise dos saldos?

Não se sabe quando começou a tendência mas é indesmentível: as lojas chinesas instaladas em Portugal também estão a fazer saldos nos seus produtos, avança o «Jornal de Notícias». É um sinal dos tempos e das necessárias adaptações ao mercado? Sim, é um sinal, e hiperbólico, da grande agudeza da crise, porque as lojas chinesas já são, durante todo o ano, as lojas dos produtos mais baratos do nosso mercado.
De acordo com a reportagem do jornal, os lojistas queixam-se da crise e da falta de dinheiro dos portugueses. As lojas vendem menos e precisam de baixar os preços ainda mais para continuar a facturar.
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Crise, não sei. Lojas «apenhadas» de gente à procura de casacões para o Inverno rigoroso que aí está. Crianças a comprarem a nova PSP, que breve já os leva à escola. Crise? Onde? Já aqui referi uma vez, pessoas com o Rendimento Social de Inserção são levadas de táxi para centros escolares, até aqui nada de mais - o problema é quando as pessoas vivem a menos de 1 Km do local! O que fazer não sei? Crise - não me parece!

1 comentário:

  1. Link para a audiçã do poema que depois segue:
    de minha conta YouTube:
    http://www.youtube.com/watch?v=5pAjjMNcxqI

    Imensa mesa, imensa alegria:
    Sabei, homens, quanto vale viver a paz;
    a insondável riqueza, a diferença, o vosso irmão;
    o intangível sagrado, que encerra convicto
    o que de vós discorda;
    quantas vidas se salvam por um acordo,
    selado com um simples aperto de mão;
    o valor que é o outro, e quanto bem é dardes,
    a esse outro, o espaço, vosso, que lhe é devido.
    Sabei também quanto a vossa terra merece
    que a deixeis florescer e frutificar,
    à luz da imensa alegria.
    Se tal souberdes, dareis as mãos confiantes;
    alegrar-vos-eis, com os demais convivas,
    no comum banquete da palavra,
    num invencível amor.
    Saudareis com à vontade todo o homem
    em língua que a nenhum será estrangeira;
    e em qualquer parte do habitado planeta
    vos sentireis como em vossa própria casa.
    Abrireis janelas amplas
    a cada novo alvorecer;
    cada manhã será a manhã do novo homem.
    Sabereis o que é o vosso chão e o vosso pão;
    o peso, a leveza, a sã consciência solidária;
    a dignidade de estardes vivos.
    Tereis o vosso tempo, pois todo o tempo será vosso;
    inaugurareis um novíssimo milénio
    com admirável fraternidade.
    Serão então o ar, o pão, a água prodigalizados com a poesia,
    abundante parte à mesa dos humanos,
    elevados que sejais a uma verdadeira harmonia;
    o alto e claro sol vosso será,
    e partilhado.
    Deus será um comum pai, única mãe;
    possibilidade de ser invocado por Seus desvairados nomes;
    presença, jamais ausente, na mais pequenina das flores;
    até vós descerá.
    Em mão vos terá da paz movidos;
    porque habitará o cerne dos vossos sonhos;
    e iluminará sorrisos em todos os meninos.

    C/ abração a Ricardo Pinto,
    Angelo Ochoa
    Nota bene:
    o videoclip é do Helder Barros grande amigo meu e com imagens inesquecíveis de lindo Tâmega e do Sado de golfinhos!

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